quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Frases e Provérbios

Quem quer que se importe em aprender encontrará sempre um professor.

Aquele que econtra um bom genro, ganha um filho, mas aquele que encontrou um mau, perdeu uma filha.

Nunca se justifique, porque os amigos não precisam e os inimigos não acreditam.

Com a mentira se consegue o almoço, mas não o jantar.

Quem estuda e não pratica o que aprendeu é como o homem que lavra e não semeia.

 Eduquem as crianças e não será preciso punir os homens.

Eu estava furioso por não ter sapatos; então encontrei um homem que não tinha pés e me dei por muito satisfeito.

Não há que ser forte. Há que ser flexível.

Aquele que pergunta, pode ser um tolo por cinco minutos. Aquele que deixa de perguntar, será um tolo para o resto da vida.

Se o problema tem solução, não esquente a cabeça, porque tem solução. Se o problema não tem solução, não esquente a cabeça, porque não tem solução.

Dinheiro perdido, nada perdido; Saúde perdida, muito perdido; Caráter perdido, tudo perdido.

Espere o melhor, prepare-se para o pior e receba o que vier.

O excesso em qualquer coisa é uma falha.

Pobres são aqueles que não têm talentos; fracos são os que não tem aspirações.

Quando falares, cuida para que tuas palavras sejam melhores que o silêncio.

Uma consciência culpada não necessita de nenhum acusador.

O homem que pensa poder viver sem outro está equivocado; o homem que pensa que os outros não poderão viver sem ele, está ainda mais equivocado.

A gente tropeça sempre nas pedras pequenas, porque as grandes a gente logo enxerga.

Não ensinar ao filho a trabalhar é como ensinar-lhe a roubar.

É na necessidade que se conhece o amigo.

Uma mão lava a outra e as duas lavam o rosto.

Podemos escolher o que semear, mas somos obrigados a colher aquilo que plantamos.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Pablo Neruda

Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.

Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.

Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobres "is" em detrimento de um redemoinho de emoções justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando esta infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.

Morre lentamente, quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples fato de respirar.

Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio esplendido de felicidade.

Do site de um grande amigo, um pouco distante, mas amigo: http://www.guardiao.cjb.net/

Edson Marques - Mude (autoria correta)

Mude,
mas comece devagar,
porque a direção é mais importante
que a velocidade.

Sente-se em outra cadeira,
no outro lado da mesa.
Mais tarde,
mude de mesa.

Quando sair,
procure andar pelo outro lado da rua.
Depois,
mude de caminho,
ande por outras ruas,
calmamente,
observando com atenção
os lugares por onde você passa.

Tome outros ônibus.

Mude por uns tempos o estilo das roupas.

Dê os teus sapatos velhos.

Procure andar descalço alguns dias.

Tire uma tarde inteira
para passear livremente na praia,
ou no parque,
e ouvir o canto dos passarinhos.

Veja o mundo de outras perspectivas.

Abra e feche as gavetas
e portas com a mão esquerda.

Durma no outro lado da cama...
depois, procure dormir em outras camas.

Assista a outros programas de tv,
compre outros jornais...
leia outros livros.
Viva outros romances.

Não faça do hábito um estilo de vida.

Ame a novidade.

Durma mais tarde.
Durma mais cedo.

Aprenda uma palavra nova por dia
numa outra língua.

Corrija a postura.

Coma um pouco menos,
escolha comidas diferentes,
novos temperos,
novas cores,
novas delícias.

Tente o novo todo dia,
o novo lado,
o novo método,
o novo sabor,
o novo jeito,
o novo prazer,
o novo amor,
a nova vida.

Tente.

Busque novos amigos.
Tente novos amores.
Faça novas relações.

Almoce em outros locais,
vá a outros restaurantes,
tome outro tipo de bebida
compre pão em outra padaria.

Almoce mais cedo,
jante mais tarde
ou vice-versa.

Escolha outro mercado...
outra marca de sabonete...
outro creme dental...
tome banho em novos horários.

Use canetas de outras cores.

Vá passear em outros lugares.

Ame muito,
cada vez mais,
de modos diferentes.

Troque de bolsa,
de carteira,
de malas,
troque de carro,
compre novos óculos,
escreva outras poesias.

Jogue os velhos relógios,
quebre delicadamente
esses horrorosos despertadores.

Abra conta em outro banco.

Vá a outros cinemas,
outros cabeleireiros,
outros teatros,
visite novos museus.

Mude.

Lembre-se de que a Vida é uma só.

E pense seriamente em arrumar
um outro emprego,
uma nova ocupação,
um trabalho mais light,
mais prazeroso,
mais digno,
mais humano.

Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as.

Seja criativo.

E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa,
longa, se possível
sem destino.

Experimente coisas novas.

Troque novamente.

Mude, de novo.

Experimente outra vez.

Você certamente conhecerá coisas melhores
e coisas piores do que as já conhecidas,
mas não é isso o que importa.

O mais importante é a mudança,
o movimento,
o dinamismo,
a energia.

Só o que está morto não muda!

Do site: http://www.guardiao.cjb.net/
** Conforme comentário neste post, a autoria do texto acima foi alterada...
Maiores informações vejam o link: http://www.desafiat.blogspot.com/

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Boa dica sobre como cuidar de livros

Pra quem gosta de livros, segue abaixo uma dica retirada do blog: http://organizeassim.blog.uol.com.br/arch2010-09-05_2010-09-11.html.

"ARMÁRIO/ESTANTE DE LIVROS - CHEIRO DE LIMPO

Três substâncias podem ser utilizadas para evitar o cheiro de mofo e preservar os livros: cal virgem (ótima desumidificadora), carvão vegetal (que atua também como repelente de traças e cupins) e bicarbonato de sódio (para desodorizar). Coloque-as, separadamente, em potes de vidro e distribua pelas prateleiras.
 
A cada um ou dois meses, passe o aspirador, usando a escovinha no bocal, na parte superior e na lombada dos livros. Não use espanador, que apenas espalha o pó pelo ambiente.

Para tirar o cheiro de papel velho e perfumar a estante, coloque no meio dos livros folhas de cedro usadas para trabalhos de marchetaria (encontradas nas lojas de bricolagem e material para artesanato). Atenção: a folha deve ser de madeira não tingida para não manchar o papel.

Simples Assim!!
Por: Cristina Papazian às 13h10"

domingo, 8 de agosto de 2010

Do blog de Oswaldo Montenegro...

Segunda Via

http://bloglog.globo.com/oswaldomontenegro/

Vê se presta a atenção
Acabou, não dá mais
Não é falta de amor
E pra mim tanto faz
A razão do poema
Ou sua forma fugaz
Como na arquitetura
Não importa o espaço
entre as linhas e mais
A paixão só interessa se traz alegria
E a nossa não traz
Hoje eu tenho certeza
que o fim não se adia
e que não se re faz
O que já foi magia
hoje é segunda via dos originais
Vê se presta atenção
todo barco no cais
Não cumpriu seu destino
de ser navegante
E a sede é voraz
No seu próximo amor
não procure ter paz
Isso é coisa de amigo
e o tédio é o perigo
que o tempo é que traz
Guarda o nosso segredo
Eu garanto que o medo
é uma droga eficaz
Nosso caso é cinema
Que o ranço, que pena
tirou de cartaz
Sou escravo do novo
e o futuro que chega
é o meu capataz.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Eu mais você é igual a nós?

Dizem que o mais importante no relacionamento é o NÓS, mas eu peço permissão para discordar.


Acredito que num relacionamento o que “mede” – se é que podemos medir – o verdadeiro amor de ambos é o que um faz pelo outro e não o que ambos fazem pelo “nós” (comprar ingressos para um show ou filme que ambos gostariam de ir) ou pelo relacionamento em si (comprar algo para casa, por exemplo).

Fazer algo pelo outro significa fazer algo para alguém que você goste sem se beneficiar com o que fez. Exemplo: comprar flores só para alegrá-la sem nenhuma data especial; buscar ou levar a pessoa em algum lugar sem que aja necessidade; passear em lugares que você não gosta muito, mas que o outro adora; comprar algo sem motivo só para dar de presente a ela ou a ele (presente não é uma panela nova ou uma chave de roda para o carro da família, é algo que só a pessoa use, pois, caso contrário não é presente), dizer que ama por que realmente ama, sem segundas intenções… Isso é fazer pelo outro, só ele(a) se beneficia.

Uma frase de Paul Harris, que encontrei no livro do Bernardinho (Transformando Suor em Ouro da Editora Sextante) resume bem essa situação: "Dar de si sem pensar em si".
 
Isso sim é prova de carinho, de amor, de afeto, de que se preocupa com o outro(a). Preparar a comida, lavar o carro, lavar a louça, e até mesmo o sexo, não podem ser considerados como uma forma de agradar ao outro, pois, em teoria, ambos são beneficiados com isso, já que ambos comerão a comida, ambos usam o carro, ambos usaram a louça que está na pia, e ambos (assim se supõe) sentirão prazer com o sexo.


Jacinto Benavente diz que: “O Verdadeiro Amor não se conhece por aquilo que exige, mas por aquilo que oferece”.

Então um relacionamento ideal seria aquele em que eu penso em você e você pensa em mim? Faço por você por que te amo e você faz por mim pelo mesmo motivo. Deveríamos ficar felizes com a felicidade da outra pessoa.


Já pensou como seria muito melhor se conseguíssemos atingir esse nível de comprometimento? Essa harmonia, esse equilíbrio? Pensar primeiro no outro por ter a certeza de que o outro pensará primeiro em você? Isso talvez seja a confiança que todos nós buscamos alcançar um dia.

Se você está achando isso tudo utópico demais, te dou o exemplo das verdadeiras amizades, aquelas que a gente leva conosco por anos e anos e nunca se cansa. O tempo passa, a distância separa, mas as verdadeiras amizades nunca acabam porque temos a certeza de que, quando precisarmos, independente do tempo e da distância nós temos uma pessoa com quem podemos contar, um verdadeiro amigo. "Um amigo é alguém que sabe a canção de seu coração e pode cantá-la sempre que você esquecer a letra" - Autor desconhecido.


Por que os relacionamentos amorosos não podem ser como as verdadeiras amizades? Por que os amantes insistem em, muitas vezes, tratarem-se como inimigos e não como diz Martha Medeiros em Promessas Matrimoniais (vide postagem de Março 2010 – Até Que a Morte Os Separe): “Promete sentir prazer de estar com a pessoa que você escolheu e ser feliz ao lado dela pelo simples fato de ela ser a pessoa que melhor conhece você e, portanto a mais bem preparada para lhe ajudar, assim como você a ela?”.

Claro que surgirá a dúvida: e se eu pensar no outro e ele não pensar em mim? A resposta para essa pergunta é outra pergunta, que você deve fazer a si mesmo: Até quando eu agüentarei pensar no outro sem que ele se dê ao trabalho de pensar em mim?


Vale à pena arriscar? Amar e não ser amado? Se entregar por inteiro sem defesas? Ficar totalmente exposto ao amor?

Eu acredito que sim, pois, nos arriscamos todos os dias quando saímos de casa por muito menos que o amor e não nos questionamos sobre isso.

Além do mais, vale muito mais a pena pecar por ação do que por omissão. Pese. Ponha na balança do custo pelo benefício. O que vai custar se der errado e qual o benefício que ambos terão se der certo? Quando se cansar de tentar, simplesmente desista. Mas desista com a certeza de ter feito tudo o que podia para ser tratado do mesmo jeito que tratou o seu amor.
 
A famosa frase: “Até que a morte os separe” deixa em mim uma dúvida: Estamos falando da morte de alguém (o marido ou a esposa) ou de um sentimento (o amor entre ambos)? Isso que está oculto na frase não poderia ser: “Até que a morte “do amor” os separe?
 
“Para os erros há perdão; Para os fracassos, chance; Para os amores impossíveis, tempo... Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo te impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando. Porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu”. Achei créditos para Luis Fernando Veríssimo e para Fernando Pessoa, fica os dois até descobrir de quem realmente é.
 
Claro que ninguém, sem uma boa dose de auto-crítica, aceitará que se enquadra na situação de ser amado e não corresponder a altura, mas peço que olhe melhor o que o outro faz por você, você pode se surpreender com o que vai descobrir...

terça-feira, 22 de junho de 2010

Música Caro Amigo - Ney Matogrosso

Caro Amigo

Lucio Dalla/Aloysio Reis/Biafra

Caro amigo te escrevo
Assim eu desabafo um pouco
Muitas voltas o mundo vai dar
Até que eu possa te encontrar

Por isso é que eu insisto
Nessa folha de papel
Que o amor é o que vai ficar
E o resto o vento vai levar

Hoje eu sinto na pele
Que a vida recomeça
Hoje eu sinto que posso chegar
Até o fim da festa

Mas a barra pesada
Que assisti durante o ano
Me fez ver que a beleza da vida
Está no ser humano

Mas tudo está tão estranho
Que a Terra até parece em transe
O que manda é a força da grana
Que desaba sufocando o homem

Será que já não é tarde
Ou será que é preciso
Ver o Cristo descendo da cruz
Pra repetir o que já estava escrito

Esse mundo tão grande
Não foi feito por engano
O autor dessa obra perfeita
Com certeza tinha um plano

Mas um grito de guerra
Invade o céu de dor
E ameaça explodir o planeta
Numa luta sem vencedor

E quanto mais se ganha
Muito mais se quer ganhar
De que vale fazer um castelo
Pra depois desmoronar

Olha meu amigo
O que eu te escrevo aflito
O coração não agüenta
Mas o amor me sustenta
Sente, sente, sente, sente

Sente meu amigo
Ainda existe uma chance
De afastar essa sombra
De conquistar a esperança

Trazer pra perto a paz
Que anda tão distante
Esse desafio
É a coisa mais importante

Pra vida ter sentido

E assim eu termino
Mas espero te encontrar
Com um forte motivo
Pra gente comemorar

Disco: Quem não vive tem medo da morte de 1988

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Caminhão do Lixo

Recebi este e-mail e se todos agissemos assim o mundo seria muito melhor:

"Um dia peguei um taxi para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa quando de repente um carro preto saltou do estacionamento na nossa frente. O taxista pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz! O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós nervosamente.

Mas o taxista apenas sorriu e acenou para o cara, fazendo um sinal de positivo. E ele o fez de maneira bastante amigável. Indignado lhe perguntei: 'Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e nos manda para o hospital!'

Foi quando o motorista do taxi me ensinou o que eu agora chamo de : "A Lei do Caminhão de Lixo"

Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por ai carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, traumas e de desapontamento. À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente. Não tome isso pessoalmente. Isto não é problema seu!

Apenas sorria, acene, deseje-lhes bem, e vá em frente.. Não pegue o lixo de tais pessoas e nem o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas. Fique tranquilo... respire e deixe o lixeiro passar.

O princípio disso é que pessoas felizes não deixam os caminhões de lixo estragarem o seu dia. A vida é muito curta, não leve lixo.

Limpe os sentimentos ruins, aborrecimentos do trabalho, picuinhas pessoais, ódio e frustrações.

Ame as pessoas que te tratam bem. E trate bem as que não o fazem.

A vida é dez por cento o que você faz dela e noventa por cento a maneira como você a recebe!"

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Nenhum de Nós - Amanhã Ou Depois

Deixamos pra depois uma conversa amiga

Que fosse para o bem, que fosse uma saí­da
Deixamos pra depois a troca de carinho
Deixamos que a rotina fosse nosso caminho
Deixamos pra depois a busca de abrigo
Deixamos de nos ver fazendo algum sentido

Amanhã ou depois, tanto faz se depois
For nunca mais... nunca mais

Deixamos de sentir o que a gente sentia
Que trazia cor ao nosso dia a dia
Deixamos de dizer o que a gente dizia
Deixamos de levar em conta a alegria
Deixamos escapar por entre nossos dedos
A chance de manter unidas as nossas vidas

Amanhã ou depois, tanto faz se depois
For nunca mais... nunca mais....

Como Amar Sem Sofrer

Mais um texto interessante "garimpado" na internet.
Os créditos (sempre): http://www.casadobruxo.com.br/poesia/j/josegomes03.htm

Como amar sem sofrer?


Como amar sem sofrer?, é o
que queremos a todo momento,
temos que amar e ser amado(a),
para evitar sofrimentos; se
este amor tiver fundamentos,
tem que ser correspondido,
não queremos um amor sofrido,
para não desgastar nossos
corações, pois quem sofre
muitas emoções, fica
desequilibrado.

Amar sem sofrer, é fácil
quando existe amor dos dois
lados, e ambos estão sempre
felizes sem sofrimentos e sem dores.

Para amar sem sofrer, ame
a pessoa certa, que tenha
em seu coração, sempre uma
porta aberta para você,
ai sim, pode ter certeza,
que vai amar sem sofrer.

José Gomes -